(Confissões de uma Águia misteriosa)

Dor? Sofrimento? Sim, sinto e tenho, mas nada é fácil nesse mundo. Enfim, se você se conforma com a vida que tem, é porque tem medo de tentar, e eu não tenho e lutarei até o fim.

Sobre a Águia

Minha foto
Eu não sou nada. Não posso querer ser nada. Mas tenho em mim todos os sonhos do mundo... Uma coisa é escrever como poeta, outra como historiador: o poeta pode contar coisas não como foram, mas como deveriam ter sido, enquanto o historiador deve relatá-las não como deveriam ter sido mas como foram, sem acrescentar ou subtrair da verdade o que quer que seja.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ansiedade

“Quem me dera, ao menos uma vez, acreditar por um instante em tudo o que existe. E acreditar que o mundo é perfeito, e que todas as pessoas são felizes... Nos deram espelhos e vimos um mundo doente. Tentei chorar e não consegui.”



Tudo parecia bem, mas só parecia, e nem tudo que parece ser, é. Por fora eu tentava dissimular toda a ansiedade que me corroia por dentro. Uma ansiedade que tinha um enorme motivo: a espera de uma ligação. Mas não era qualquer ligação, era aquela que ia mudar a minha vida, minha independência, uma ligação que me traria de volta à vida, à liberdade. Mas ela não veio.

Passei uma semana inteira nessa situação. Só Deus sabe como eu estava me sentindo. Minha atenção e concentração não existiam mais, ou melhor, existia sim, e estava voltada toda no celular. De 5 em 5 segundos olhava para ele com uma esperança que estivesse tocando. Nunca pedi tanto para que o meu telefone tocasse, como pedi durante essa semana. Mas me controlei, a paciência já estava esgotando e a minha agitação só fazia aumentar.

Todas as noites sonhando e pedindo ao Todo Poderoso que me ajudasse. Mais aí que está o problema: sonhei demais, idealizei muito. E a minha ansiedade cresceu tanto que ficou impossível de controlá-la.

Enfim, tudo o que me resta agora é a tristeza e um sentimento de inutilidade. Eu, que tanto almejo ser útil, poder contribuir com alguma coisa, poder ter a minha liberdade. E só consigo isso, ou melhor, nada. Mas as pessoas não conseguem enxergar esse lado, elas buscam perfeição onde não existe.

Acredito que Deus esteja me reservando algo melhor. Ele não seria tão injusto com um filho que deseja crescer. Mas como dizia um dos meus Heróis, Renato Russo: “Todo os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou. Mas tenho muito tempo. Temos todo o tempo do mundo” .

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Valeu a pena!!

Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível.
E que esse momento será inesquecível...

Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim, que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento. E não brinque com ele...

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim".

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ela é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros...
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...
E que valeu a pena!

Autor Desconhecido

domingo, 18 de maio de 2008

Coração bate de novo no compasso da serenata.


As cenas são centenárias, mas não há quem não sonhe ser a mocinha ou o mocinho que cruzam olhares no embalo de uma serenata, que tenham nos olhos o reflexo da chama amarelada das velas sobre a mesa de jantar e que, emocionados, molhem o sorriso com lágrimas na entrega da rosa.

O comportamento parece ridículo, mas também não há quem não sonhe em ficar sentado horas esperando o telefone tocar para depois relembrar palavra por palavra dada do outro lado da linha; escrever frases bregas no cartãozinho mais brega ainda (e achar um exemplo de bom gosto e originalidade); ficar sem fome (ou comer demais); ouvir música (melosa) sem descanso e perder o maior tempo imaginando os passos do outro.

Não há quem não queira ser o motivo da "loucura" e da inspiração (mesmo desastrada) para o versinho que vem assinado pelo Chuchu, pelo Fofo ou pela Gatinha - apelidos que fazem o resto do mundo cair na gargalhada e ele(a) se sentir relamente fofo, um chuchu ou uma gatinha. Os últimos românticos ganharam milhões de companheiros. O romantismo sobreviveu a todas as formas de revoluções de comportamento. Ele pode ter emprestado as vestes da modernidade, mas, despido, ainda tem as velhas formas que emocionam todas as gerações. Não há como negar. Não há quem não queria ser o te do Eu te amo.


Márcia Guerreiro.

domingo, 11 de maio de 2008

Como é Grande o Seu Amor!


Mãe, tu és a mais bela e rara de todas as flores, tão delicada, doce, meiga, pedra preciosa, és meu refúgio, és a mais importante abaixo de Deus.


Mãe, tu és a ternura que me enche de alegria no dia-a-dia, no aconchego do teu seio, eu me sinto feliz. Tu és valente e guerreira, que luta sem se cansar para o meu bem, e para me educar ao caminho do bem e da verdade.


Deus ilumine a sua vida, que te guarde de todos os males. Desejo que esta data tão sublime se repita por muitas vezes, e que a sua presença tão especial esteja sempre convosco todos os dias de minha vida, principalmente o seu dia Mãe! Me abençoando, me aconselhando e me protegendo com este jeito de protetora que só você tem.


Se errei, diga-me o caminho certo a seguir.
Se te preocupei com alguma coisa, peça a Deus que ilumine minhas idéias e meus passos.
Se te magoei, perdoa-me, sei que sou ingrato ao seu nobre e grandioso amor materno, de amiga companheira, tentando me ajudar de coração aberto.


Mãe! Que palavra mais bela, linda, magnífica, especial, pura e radiante.
Nome que tem um significado muito importante, carinho, ternura, esperança e AMOR.

Mãe! Sou eternamente grato a Deus por tua nobre existência. Que cada ano, mês, dias, minutos e segundos, possamos está sempre unidos. Amo-te do fundo do meu coração.
Feliz Dia das Mães!!!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Minha HEROÍNA

O dia amanheceu e tudo parecia corriqueiro, sem nenhuma novidade, sem nada extra pra acontecer; um dia normal cheio de preocupações e um pouco corrido... Jamais imaginava que estava preste a conhecer a salvadora do meu dia; Aquela que ia fazer dele o mais agradável, o mais saboroso.

Acordei tomei um café da manhã rápido, mal deu pra sentir o gosto do café, resolvi alguns problemas pela manhã. Deu meio-dia, estava com uma fome “de Leão”, também pudera, mal tinha me alimentado, mas quando comecei a almoçar veio logo um enjôo, e eu dei apenas algumas “beliscadas” naquela que era pra ser a refeição mais apetitosa e gostosa do dia. A tarde foi tranqüila, após o almoço descansei um tempinho e depois fui fazer exercícios físicos pra ver se alegrava o meu dia e dava disposição para continuar seguindo em frente, pois ainda faltava muito pra acabar aquele dia corrido e estressante.

Enfim, cheguei em casa no final da tarde, e até então tudo normalíssimo. Mas aí pessoas queridas me convidaram para dar uma volta no shopping, a princípio pensei em recusar, não queria ter mais decepções; e ficar em casa seria a única forma de evitar esse tipo de constrangimento. Porém diante de tanta insistência e pedidos quase que chorando, eu pensei melhor: “Por que não tentar?” Dá uma chance pro dia que tinha nascido tão lindo na janela do meu quarto; e fazer programa de “perua” [bater perna pelo shopping] deveria ser muito bom pra eu me distrair e saber como as mulheres se sentem indo passear num lugar fechado e cheio de gente só mesmo por não ter nada o que fazer; Até que decidi então aceitar.

O Sol estava quase desaparecendo no horizonte quando saímos de casa. Até que a natureza me inspirou um pouco e me fez refletir que tinham coisas perfeitas, coisas belas, coisas para serem apreciadas e observadas com um olhar especial. O OLHAR que muitas vezes não usamos devido à correria do dia; e mal sabemos nós que perdemos muita coisa em não usá-lo. Com aquela cena esplendorosa que havia presenciado, algo dentro de mim surgiu como que dizendo: “O dia ainda não acabou e muitas coisas podem acontecer”. Foi com esse sentimento de esperança que segui para o shopping.

Chegamos lá, aparentemente tudo tranqüilo, mas dentro de mim algo remexia, fazia ruídos e eu não sabia explicar o porquê daquilo estar acontecendo. Entramos numa loja e ficamos um tempão dentro da mesma. Onde as pessoas que estavam comigo escolhiam e provavam roupas e mais roupas. Vamos combinar que estar como espectador daquela cena é muito ruim, onde temos que ficar apenas dizendo: “Esse ta bom... Não esse ta feio... aquele é mais bonito!”. O bom mesmo é ser o modelo, porque pelo menos você sente que está fazendo alguma coisa útil, não que dá opinião não seja útil, entretanto quando se trata de roupa, o melhor mesmo é ser o arquétipo. Mas enfim, depois dessa loja, entramos em outra e mais outra e mais outra, e aquela agonia toda dentro de mim não passava. Isso permaneceu até entrarmos numa livraria, onde eu me perdia na multidão de livros que tinha ao meu redor. Até que chegou perto de mim uma criatura que fez as minhas pernas tremerem e um calor subir. Quase não me concentrava nos livros que estava vendo, o meu olhar percorria a livraria atrás daquela vendedora que tinha mexido com os meus sentidos. E eu pegava um livro atrás do outro, perguntando o preço, sabendo que não ia comprar nenhum, mas fiz tudo isso só pra ouvir aquela voz maravilhosa, e tê-la sempre ao meu lado durante o tempo que estaria ali. E quem foi que disse que eu queria sair mais da livraria!? Até que minha prima disse: “Vamos Águia! Estou com fome e quero comer!”. Aquelas palavras fizeram quebrar todo o meu encanto e então toda a agonia voltou. E eu pude perceber que tinha algo mais importante pra acontecer no meu dia. Mesmo assim, saí dali meio desnorteado e cheio de dúvidas sobre aquela agonia sem fim.

Chegamos na praça da alimentação, escolhemos uma mesa discreta onde podíamos ver todo o movimento das pessoas que iam e vinham com sacolas e mais sacolas nas mãos. Já instalados pairava agora a dúvida sobre o que e onde comer, estava me sentindo uma ilha no meio de tantas comidas com um aroma delicioso e com aparências de tirar o fôlego. Perante isso, lembrei que mal tinha me alimentado durante o dia e aí pensei que toda aquela agonia e ruídos vindos de dentro de mim poderia ser fome. Então eu e minha prima decidimos comer tapioca. Mas o difícil agora era escolher o sabor. Eu disse: “Vou escolher um sabor que ainda não provei”. Fizemos o pedido, e eu na expectativa e na ansiedade para provar aquela iguaria. Será que é boa? Será que vou me arrepender de ter escolhido esse sabor? Será que é enjoativo? Todas essa perguntas, sem respostas até então, vinham na minha mente durante a chegada da tapioca na minha mesa.

Pronto. A tapioca está bem na minha frente, dava pra ver que estava bastante recheada, pois o recheio saía pelas beiradas. A minha expectativa aumentava, um aroma delicioso entrava pelo meu nariz e conseqüentemente dava uma água na boca. Tudo isso era pensado em fração de segundos; percebia que as pessoas que estavam comigo me olhavam atentamente como que para não perder um momento sequer daquela primeira mordida. Eu sentia aquela fumaça cada vez mais próxima, meu coração acelerava. Até que...MORDI, e não conseguia falar nada mais do que apenas: HUUUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM...
Era todo e qualquer som que eu conseguia emitir enquanto destroçava a tapioca, aquele momento eu tenho certeza que foi único. O primeiro contato com a TAPIOCA DE PRESTÍGIO, eu tive um orgasmo culinário e disso não tenho dúvida. Todos na mesa ficaram com água na boca, e eu não conseguia oferecer, não conseguia desgrudar daquela DE-LÍ-CI-A. E quanto mais eu triturava entre os meus dentes, podia sentir o gosto do recheio e ao mesmo tempo identificar os ingredientes do qual ele era composto. Era chocolate, com coco e com queijo misturado à goma da tapioca. Combinação perfeita, que leva qualquer um ao delírio.
O meu dia foi salvo graças aquela iguaria. Dormi sentindo o gosto dela em minha boca. E eu que pensava que quem seria a salvadora do meu dia seria aquela vendedora, estava completamente enganado, jamais imaginaria que a Tapioca de Prestígio era a grande heroína.

Ainda sinto o seu gosto doce na minha boca... Um sabor que vai permanecer durante muito tempo no meu paladar até o nosso próximo encontro.

VALEU!!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Ilusão x Razão


[No coração ficaram muitas palavras, um vocabulário inteiro de ilusão. Mas antes que eu me esqueça, e tudo se acabe eu preciso dizer a verdade. É IMPOSSÍVEL... é impossível esquecer você, é impossível esquecer o que vivi, impossível esquecer o que senti. Tudo que morre fica vivo na lembrança. Como é difícil viver carregando um cemitério na cabeça.]


Hoje ao acordar logo percebi que a música que estava embalando o nosso amor no meu sonho, era a mesma música que estava tocando na rádio no momento em que acordei. E na mesma hora, voltei a me detiar e não pude deixar de relembrar aquele sonho perfeito, onde o amor reinava, onde o que era dado ao mesmo tempo era recebido, e o mais importante, na mesma proporção.


Enquanto a música tocava novamente, eu relembrava cada detalhe, e a minha imaginação me iludia, me levava pro PARAÍSO, me fazendo crer que aquilo tudo era verdade, que finalmente eu estava sendo recompensado por todo o sofrimento vivido. Era tudo muito lindo, que eu não queria abrir os olhos pra não perder nenhum momento ao seu lado, eu estava feliz... muito feliz. Mas a razão gritou aos meus ouvidos dizendo: "Ninguém pode encontrar a felicidade alimentando ilusões que o tempo vai destruir. Acorda, está na hora!" E então abri os olhos e percebi que fora apenas um sonho, um pensamento, e que tudo estava na mesma. Eu aqui... Você aí.


Enfim, tive que aceitar a dura realidade, a mais pura verdade [Você não estava ali... ao meu lado]. E foi preciso seguir em frente, erguer a cabeça e ter que deixar você ir. Ou eu fazia isso, ou senão ficava imerso em ilusões e o meu dia seria inútil. Sim! INÚTIL... Porque eu bem sei que não pensas em mim [Ou pensa?]. Então que proveito eu teria do dia? Alimentar mais ainda as ilusões, e lá na frente sofrer, sofrer e sofrer!?

Era tudo que me restaria, mas graças a minha razão pude salvar o meu dia. E a razão é, de certa forma, o extremo oposto de achar e sentir.


P.S.: ESVTA

domingo, 4 de maio de 2008

Desejo Não é Carência

O desejo tem suas leis. Precisa de regras até para perder as regras. Não se adota de qualquer jeito. O desejo não pode ser humilhado e ofendido, não é passageiro e involuntário. O desejo investiga seu amor como se fosse sua morte. O desejo tem responsabilidade, por mais que isso pareça despropositado. O desejo apresenta ética, princípios, caráter. Não é inconseqüente, como se convencionou chamá-lo. O desejo não apela para golpes baixos. O desejo não suporta quem aproveita a carência de outro para se aproveitar, que finge amizade para seduzir. Que é educado apenas para agradar, que se julga melhor do que o seu próprio desejo. Que escuta confidências para avançar o corpo. Que envenena para se aproximar. Que dá um ombro cobiçando a perna. Que mexe nos cabelos para tapar os olhos. Que não respeita a fragilidade, as dúvidas e as inquietações de uma crise. Que se esbalda no medo para oferecer proteção. Que apressa a mulher para esquecê-la, que não se afasta um passo, um pouco, para lembrá-la. Que invade a intimidade para expô-la ainda mais. Que é dedicado na véspera e brusco na despedida. Que não observa o quarto para recolher as roupas. Que culpa o desejo pela posterior falta de desejo. Que diz sim já antecipando o não. Que afoba para destruir, que não estará depois da espuma para alinhar o mar. Que espanta as aves de perto para não ser contrariado. Que encontra desculpas para se esconder. Que não paga o insulto de viver. Que mutila o braço do rio por não saber segui-lo.

O verdadeiro desejo espera a pessoa se recompor, espera a serenidade, que ela fique mais forte e possa escolher uma nudez que não seja tolerância e fraqueza. É devagar e denso, raiz carregada do visco e das sombras, quietude amadurecida do sumo e da nata.
O verdadeiro desejo não teme inclusive o risco de ser recusado. Não é uma circunstância, é linguagem. Como uma foto, o desejo não será dobrado. Como uma foto, o escrito vai no verso, não sobre a imagem.

O verdadeiro desejo não é predatório, não é egoísta; é generoso, se preocupa em chegar ao final obediente ao início, em chegar ao início obediente ao final. Não se rebaixa. Não significa um alívio, mas a contenção, a alegria alta da corda de um sino. É muitas vezes prender o prazer para se conhecer mais.

Fabricio Carpinejar